Perebas

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

 MICROFISIOTERAPIA

   Oi gente como estão?
     Há algum tempo venho buscando alternativas novas para o tratamento da  fibromialgia e controle das dores. Mas a verdade , só quando a crise chega é que nos mobilisamos para algo, não é? Pois é, e a minha crise chegou, sabem quando?No dia  do meu aniversário!!!!rsrsrs Pois é... E foi a pior de todos esses 10 anos de fibro, terrível mesmoooo! Gente,até o cabelo doía!E aconteceu algo que nunca havia sentido:Como sabemos o banho quente é ótimo para aliviar a dor, então recorri à ele na manhã do dia 16 de abril. Eis que ligo o chuveiro e os primeiro pingos me fizeram chorar de dor.Gente, as gotas doíam na minha pele!!! Foi horrível, fato!
     Mas essa crise serviu para  me  alertar do quaõ ociosa tenho estado, então assim que pude ficar na frente do computador, vim para internet pesquisar algo.  
   Eis que  venho uma luz: Uma amiga fisioterapeuta , lá de Snata Maria(minha terra natal) me indicou a MICROFISIOTERAPIA, uma técnica francesa, que  segundo ela e os proficionais da área, é super indicada para tratar a fibromialgia.
      Lendo a respeito,"botei fé" e esta semana mesmo vou tentar encontrar a proficional que trabalha com a técnica aqui em Brasília. Essa minha amiga, me passou este site, onde podemos conhecer melhor o tratamento e inclusive procurar proficionais na sua região.
      Divido entaõ com vocês :

   http://www.microfisioterapia.org/about-us/

 Espero que nenhuma de vocês precise, mas se precisar, fica  adica!Depois conto pra vocês como foi. Bjus




A Leitura Biológica, também conhecida como “A Nova Medicina Germânica”, busca uma nova visão sobre as doenças, por meio da observação dos sinais e sintomas do paciente. Nela, busca-se compreender a relação entre as emoções e as patologias, assumindo que um sintoma/doença possa ser a SOLUÇÃO encontrada pelo organismo para se adaptar a um grande estresse.

Nesse mesmo sentido, a Leitura Biológica busca mostrar a interação entre os três níveis que formam o organismo: o psíquico, o cérebro e o órgão, podendo classificar muitas das patologias conhecidas pela medicina e relacioná-los a eventos ocorridos durante as nossas vidas.

A sua criação se deu através dos estudos e pesquisas de iniciativa de um médico oncologista alemão chamado Dr. Ryke Geerd Hamer quando este, em 1978, recebe uma notícia trágica de que seu filho Dirk com 19 anos havia recebido um tiro e falecido. Mesmo sendo saudável a vida toda, Dr. Hamer 4 meses após a morte de seu filho desenvolve um câncer de testículo. Depois deste diagnóstico, ele passa a buscar e estudar as relações entre os "choques" físicos e psíquicos que se encontram por trás das doenças.


Para Dr. Hamer, existem dois tipos de choques que estão na origem do aparecimento súbito de doenças:
a) Choques TÓXICOS que englobam vacina, venenos, corticóides, anestesias, radioatividade...; e,
b) Choques PSÍQUICOS que são acontecimentos vividos pelo indivíduo de uma forma muito intensa (grandes separações, injustiças, mortes..).

A partir de sua experiência, e das experiências dos pacientes que tratou, Dr. Hamer determinou que para o surgimento de uma doença (câncer, por exemplo), não se trata de um stress qualquer e sim um choque extremamente forte, brutal, inesperado no qual o paciente vive como o acontecimento mais grave da sua vida.

Para isso, Dr. Hamer designou o nome desse stress de DHS (Dirk Hamer Syndrome), em homenagem ao seu filho. O DHS age como um detonador, que provoca um violento corte nas informações aos níveis cerebral e físico da pessoa.

A forma como cada pessoa vive o choque, cria uma imagem consciente ou inconsciente que fica gravada na memória, conhecido como teor subjetivo ou o ato/acontecimento. Logo após o conflito, ou seja, o stress que originou aquela reação, o corpo passa a apresentar as conhecidas reações somáticas. Estas são os sintomas que aparecem, por exemplo, como problemas de pele, acne, melanomas, distúrbios digestivos (ulceras, câncer no fígado), dores vesicais, etc.

Dr. Hamer mostrou que para todo conflito existe uma área cerebral correspondente. Em um primeiro conflito encontra-se uma área e se novos conflitos (secundários) vierem a surgir, cria-se uma nova zona cerebral atingida, que desencadeia, no caso do câncer, um novo tumor no órgão correspondente. Um exemplo: A angústia de saber que se tem um câncer (1º conflito), e o medo de morrer ou o fato de se sentir "desfigurado" pela intervenção cirúrgica (2º conflito).

Cada área cerebral tem, além da sua função neurológica, uma responsabilidade conflituosa com um teor específico. De fato, mostra-se que as áreas cerebrais são multifuncionais.

Quando a pessoa resolve o seu conflito a área cerebral afetada pára de dar ordens e volta imediatamente a funcionar "normalmente". No final do conflito, o cérebro ordena também a regeneração do órgão doente, fazendo encistamentos, expulsões (pela cavidade bucal, retal, vaginal...), reconstruções (recalcificações das lesões..).

Por isso devemos pensar como, desde quando e porquê estamos assim hoje!!!!! Tudo tem uma explicação.
Créditos:www.saúdeemconexão.blogspot.com

Cartilha de Fibromialgia

 Oi gente! Como estão?
 Há algum tempo havia prometido a cartilha de fibromialgia, que me foi muito útil. Então aqui está para vocês, em PDF.

http://reumatologia.org.br/userfiles/file/Cartilha%20fibromialgia.pdf

Bjus



Lidando com o cansaço (fadiga)


O cansaço é um dos sintomas mais desafiadores para os pacientes com fibromialgia. Muitos pacientes já acordam cansados, com pouca reserva de energia para lidar com as atividades de um dia normal.
Algumas técnicas podem ser úteis para uma melhor de conservação da energia e redução do cansaço:

1)Planejar: organize suas tarefas de uma maneira racional. Deixe espaços no dia para descanso. Inclua sempre o tempo de fazer a atividade física nos momentos que estiver mais disposta, deixando para momentos em que estiver mais cansada, tarefas mais fáceis. Quando se sentir melhor, não tente “compensar” e fazer tudo o que você não fez nos dias anteriores.

2)Priorizar: Faça as coisas importantes primeiro; deixe coisas menos importantes para fazer outra hora. Organize suas tarefas em listas, numa ordem ordinal – as coisas mais importantes primeiro.

3)Eliminar: Pode ser que você tenha que eliminar tarefas que você fazia antes – evite ter coisas que dão muito trabalho para serem conservadas.

4)Delegar: A maioria das pessoas gosta de fazer as coisas pessoalmente ou que elas sejam feitas do seu jeito. Porém, haverá coisas que você terá que pedir para os outros façam. Peça ajuda, não reclame se os outros fizerem as coisas de uma maneira um pouco diferente da sua e sempre agradeça. Considere, se possível, contratar alguém que ajude no serviço mais pesado pelo menos uma vez por semana.

5)Organizar: Mantenha a casa organizada de maneira simples; remova móveis que não sejam necessários, dê roupas que você não usa, organize os objetos de limpeza e a despensa.

6)Aja de maneira lógica: Sempre simplifique a sua vida. Quando for ao mercado, compre coisas para serem estocadas, para que não precise voltar várias vezes. Sempre que sair de casa, tente aproveitar para comprar e fazer tudo em um só lugar (por exemplo, um hipermercado).

7)Use bem os seus horários de maior energia: Geralmente o período da manhã é melhor para quem tem fibromialgia. Deixe as tarefas mais importantes para este período.Tire uma soneca antes de sair à noite, para não se sentir tão cansada.

8)Permita-se estar bem: continue sempre a aproveitar momentos com a família, amigos, companheiros. Deixe os seus horários de maior energia também para cultivar estes momentos.
Eduardo S. Paiva
Reumatologista
Chefe do Ambulatório de Fibromialgia do HC-UFPR, Curitiba

Fonte:www.fibromialgia.com




Fadiga na Fibromialgia pode ser mais do que cansaço




Entrevistas detalhadas de 40 pacientes com fibromialgia a partir de três países (Estados Unidos, Alemanha e França) revelam que o cansaço é o segundo sintoma mais incômodo após a dor .*

A investigação iniciou com base em estudos envolvendo feedback do paciente em que o cansaço era um sintoma implícito que merecia ser avaliado em ensaios de tratamento clínicos. Atualmente, o sucesso de um tratamento depende principalmente da forma como ele reduz a dor da fibromialgia, com pouca ou nenhuma atenção paga à fadiga. Além disso, não há entendimento claro das principais características da fadiga.

As entrevistas foram realizadas com perguntas abertas, como "Diga-me sobre a sua experiência de ter fibromialgia? Assim, o objetivo das entrevistas não foi especificamente para obter informações sobre a fadiga, porque os investigadores queriam ouvir o que os pacientes tinham a dizer espontaneamente sobre seus sintomas.A duração média dos sintomas da fibromialgia para os 40 participantes foi de 6,6 anos, a idade média foi de 49, e 70 por cento eram do sexo feminino. Quando perguntado sobre sua experiência com fibromialgia, os seguintes sintomas foram relatados espontaneamente:
dor (78%)fadiga (43%)dificuldade para dormir (18%)problemas de mobilidade (10%)
Lembre-se, este foi baseado em seus comentários não solicitados sobre a fibromialgia. Quando pedido para classificar os três primeiros sintomas, a ordem era basicamente o mesmo, mas os percentuais foram muito maiores."Fadiga na fibromialgia foi descrito como um forte sensação de cansaço que não foi reparado ao dormir ou descansar e muitas vezes não é proporcional ao esforço exercido (ou seja, os participantes descreveram ficar cansado depois de fazer muito pouco)", afirmam os autores. Os participantes também deixaram claro que sua fadiga não era apenas "cansaço normal."Os participantes ainda descreveram o cansaço em oito categorias que muitos de vocês podem provavelmente relatar:1 - Esmagadora sensação de cansaço (43%)
(por vezes até ao ponto que não podiam fazer nada)
2 - Não é aliviado pelo descanso ou sono (38%)
(a fadiga persistiu mesmo depois que o paciente sentia um sono de boa noite)
3 - Não é proporcional ao esforço exercido (63%)
(não leva muito para provocar este sintoma)
4 - Sensação de fraqueza ou peso (28%)
(o corpo se sente pesado, fraco, ou não tem força)
5 - Difícil de obter motivados (83%)
(é preciso um grande esforço para fazer as coisas, como só sair da cama e "ir andando" na parte da manhã)
6 - Dificuldade em fazer as coisas que eles querem fazer (60%)
(a fadiga / cansaço torna difícil fazer o que querem ou precisam ser feitas)
7 - Tendo de fazer as coisas de forma mais lenta (38%)
(que leva mais tempo para fazer as coisas e alguns pacientes sentiram que era relacionado à sensação de peso ou fraqueza)
8 - Dificuldade de se concentrar, pensar ou lembrar das coisas (68%)
(cansaço / fadiga afeta a capacidade de concentração, dificuldade em lembrar as coisas, dificuldade em pensar claramente ou permanecer focado)
"Homens e mulheres descreveram a experiência da fadiga e seu impacto no da mesma maneira", escrevem os autores.
Resumindo seus achados na fibromialgia ", o cansaço parece ser o segundo sintoma mais importante e que tem um impacto considerável na vida dos pacientes." Com base na diversidade de sintomas de fadiga relacionada com a fibromialgia, será um desafio para avaliar o impacto desse sintoma em ensaios clínicos de tratamento. No entanto, os resultados deste estudo pode levar a melhores ferramentas para medir com precisão a "fadiga" em pacientes com fibromialgia.














Dores, cansaço, vertigem? Pode ser fibromialgia


Doença caracterizada por dores generalizadas pelo corpo atinge principalmente as mulheres entre 35 e 55 anos



Evelin Goldenberg



Wellington Cerqueira
Evelin: exames laboratoriais não identificam a doença
Estudos americanos mostram que a fibromialgia atinge cerca de 2% a 5% da população mundial, sendo 80% mulheres, com maior incidência entre 35 e 55 anos de idade. Caracterizada por dores generalizadas pelo corpo, a fibromialgia tem como principal obstáculo para seu tratamento a dificuldade de diagnóstico. Pessoas com a doença costumam ser “peregrinos”, indo de médico em médico, realizando múltiplos exames, sem conseguir esclarecer a causa real dos sintomas. Exames laboratoriais não identificam a doença, uma vez que seu diagnóstico é exclusivamente clínico. Portanto, o paciente precisa levar ao conhecimento do médico todos os detalhes dos sintomas. De acordo com o Colégio Americano de Reumatologia, a fibromialgia provoca dores difusas pelo corpo – acima e abaixo da cintura, do lado direito e esquerdo do corpo – por mais de três meses. Outros sintomas que podem aparecer são: fadiga inexplicável, dores de cabeça, distúrbio do sono (acordar cansada), bruxismo, formigamento nos braços e pernas, entre outros. A depressão aparece em 25% dos casos no momento do diagnóstico, já a história de depressão é encontrada em 50% dos casos.
A intensidade da dor varia de moderada a aguda, iniciando-se particularmente nos ombros e pescoço e torna-se generalizada depois de um tempo. No indivíduo geneticamente predisposto, pode ser desencadeada por fatores como traumas físicos ou psíquicos, mudanças climáticas, sedentarismo e ansiedade. O estresse emocional também é responsável por agravar ou precipitar o quadro. Fatos da história da vida do paciente, como traumas na infância, podem estar relacionados à fibromialgia. Portanto, uma história detalhada que inclui os sintomas da doença, inventários psicológico e social são a chave para o diagnóstico.
O tratamento divide-se em farmacológico e não-farmacológico. Múltiplos medicamentos podem ser utilizados, como antiinflamatórios, antidepressivos, anticonvulsivantes, relaxantes musculares, entre outros. Recentemente, foi lançado no mercado brasileiro um antidepressivo que combate as dores intensas provocadas pela fibromialgia com boa eficácia e poucos efeitos colaterais. O tratamento não-farmacológico inicia-se com o esclarecimento da doença, enfatizando que se trata de um problema real e não imaginário, sensação que surge após vários diagnósticos e tratamentos malsucedidos.
A reabilitação é fundamental, exercícios de alongamento ou hidroterapia, bem como atividades que melhorem a performance cardio-respiratória são recomendadas. É importante frisar que quanto mais
cedo o problema for detectado maiores são as chances de recuperação e de o paciente retomar sua
rotina normal.
* Evelin Goldenberg é reumatologista do Hospital Israelita Albert Einstein e professora colaboradora da disciplina de Clínica Médica da Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de São Paulo.


Pílulas

» Fique atento aos sintomas: reclamação permanente de cansaço, dores pelo corpo, enxaqueca, alterações de humor, formigamentos em braços e pernas, sono que não restaura as energias, sacola de exames normais
» A doença também é comum entre as crianças, porém a sua prevalência ainda não foi determinada
» Para o tratamento pode-se usar terapia cognitiva comportamental. A acupuntura, usada no tratamento coadjuvante de síndromes dolorosas, leva à redução da ansiedade e da dor e mostra bons resultados no tratamento da fibromialgia quando realizada por médico que conhece com detalhes a doença
Fonte:http://www.terra.com.br/istoegente



Fibromialgia e Disfunção Eréctil

 

 

O que é a disfunção eréctil?


A disfunção erétil é um distúrbio complexo que pode afetar homens de qualquer idade. É a condição que impede os homens de alcançar ou manter uma ereção. O termo inclui também outras condições que inibem seriamente o desempenho sexual ou tornar o paciente incapaz de participar de relação sexual. Na maioria dos casos, ele é, na verdade, indicativo de alguma doença subjacente que pode ser tratada com bastante facilidade. Muitas vezes, tudo que é requerido para corrigir esta desordem é uma redução geral de stress ou uma mudança no estilo de vida. No entanto, com o estigma ea vergonha associado com a condição, muitos homens relutam em procurar o diagnóstico preciso e tratamento. Isto pode revelar-se extremamente perigoso, ou mesmo fatais, dependendo da natureza da doença primária da disfunção eréctil, que é apenas um sintoma.

Causas da disfunção erétil

Em um nível superior, as causas da disfunção erétil pode ser física ou psicológica.Fisicamente, uma variedade de condições, tais como a hipertensão, problemas do coração e diabetes têm sido conhecidos por causar a impotência. Problemas emocionais, como estresse mental ou uma falta geral de confiança sexual também são igualmente propensos a causar o mesmo efeito. Um culpado tão comum de disfunção erétil é a fibromialgia.

O que é fibromialgia?

Fibromialgia, anteriormente conhecido como Fibrositis é uma condição crônica que causa dor, sensibilidade e rigidez dos músculos, articulações e tendões. A condição é também caracterizada por o sono, fadiga agitado, a depressão, a ansiedade e a função intestinal irregular. A dor provocada pela fibromialgia não é acompanhada por inflamação dos tecidos (que é a causa mais comum de dor na maioria das doenças).Consequentemente, apesar da dor aguda, o paciente não desenvolve qualquer tipo de danos corporais ou deformidade. Fibromialgia também não danifica órgãos internos do corpo. A este respeito, a fibromialgia difere de muitas outras doenças reumáticas, como a artrite ou lúpus sistémico.

Causas da fibromialgia

Embora a fibromialgia está se tornando cada vez mais comuns, suas causas são ainda desconhecidas. Os pacientes que sofrem de dor experiência condição em resposta a estímulos que normalmente não ser percebidos como dolorosos. Dados recentes apontam para níveis elevados de substância P, um sinal químico nervo como uma possível causa da fibromialgia. Redução dos níveis de serotonina do cérebro dos nervos também foram mencionadas em conexão com as causas da fibromialgia. A análise detalhada da dor em pacientes com fibromialgia revelou a sensibilidade super do sistema nervoso central dos pacientes. Isso, juntamente com uma perturbação da percepção da dor difusa também poderia ser uma causa da fibromialgia.

Fibromialgia e Disfunção Eréctil

Nos últimos tempos, como o entendimento sobre a fibromialgia tem aumentado, uma correlação definitiva entre fibromialgia e disfunção erétil tem sido documentada. Também deve ser salientado que o número de casos notificados de fibromialgia e problemas de ereção associados tem vindo a aumentar.

A fibromialgia pode ser direta, bem como uma causa, indiretos desse distúrbio. A dor causada pela fibromialgia, particularmente no testículo e pênis área, é a causa mais directa e imediata de Disfunção Eréctil. Muitos sofrem de fibromialgia (masculino e feminino) também relatam redução impulso sexual. Isto leva a ansiedade de desempenho, em última análise, a depressão e impotência nos pacientes do sexo masculino.Cansaço físico e mental excessivo causado pela privação do sono e dores musculares e articulares também são instrumentos para reduzir a libido e tornar o paciente incapaz de realizar o ato sexual.

Em casos gerais de disfunção erétil, um tratamento eficaz é o exercício físico. No entanto, a dor associada a fibromialgia faz exercício extenuante extremamente difícil. Como resultado, a falta de manutenção de uma erecção e da probabilidade da ocorrência do mesmo estão aumentadas em doentes de fibromialgia. Disfunção eréctil pode ser diretamente combatida com uma variedade de drogas que estão disponíveis na prescrição. Em alguns casos em que as causas da impotência são principalmente emocional, a psicoterapia pode ser um tratamento muito eficaz, bem como técnicas de programação neurolinguística. E explorar as causas subjacentes, a triagem bioquímica abrangente, que tem uma base em influências nutricionais e ambientais.

Fonte:http://jovenspfibromialgiapt.blogspot.com.br

Galeria

Objetos

Esculturas em resina. Talha.

Esculturas em resina. talha


Objeto,coroa estrutura em arame e pérolas.



Óleo sobre tela

2012




Alegria de Viver. 2007
òleo sobre tela: 45x60cm



Aquarelas


2010

 A3

A3,2010

Ilustração.Aquarela. Tam. A2.2012





Gravura em Metal(calcogravuras)



àgua-forte







àgua-forte e água-tinta.2009













águaforte,água-tinta e ponta -seca.2006


água-forte,água-tinta

água-tinta

ponta-seca


Chine a clolé, água-forte e buril   

água-forte e buril   

àgua-forte e água-tinta(nanquim e açúcar)

água-tinta,buril e água-forte

                                                        
água-forte,água-tinta,buril e chine collé.
















        
relevo seco


Relevo seco



relevo seco
Relevo seco

àgua-tinta, água-forte(nanquim e açúcar) e ponta seca 


àgua-forte,água-tinta, e buril


chapa entintada, relevo seco





Chapa entintada, relevo seco





Desenho à Grafite


Desenho à grafite




Pintura a Pastel Seco




Duas Bailarinas se arrumando.2006





Pastel seco. tam. A3 dez 2012.








Pastel seco. A2
Pastel seco.A3

Pastel seco A4

Gravura

sexta-feira, 16 de novembro de 2012


O que é gravura?

 

         O termo "gravura" é muito conhecido pela maioria das pessoas, no entanto, as várias modalidades que constituem esse gênero, costumam confundir-se entre si, ou com outras formas de reprodução gráfica de imagens. Isto faz da gravura uma velha conhecida, da qual pouco sabemos de fato.

 
       De um modo geral, chama-se "gravura" o múltiplo de uma Obra de Arte, reproduzida a partir de uma matriz. Mas trata-se aqui de um reprodução "numerada e assinada uma a uma", compondo desta forma uma edição restrita, diferente do "poster", que é um produto de processos gráficos automáticos, e reproduzido em larga escala sem a intervenção do artista.

 
     Um carimbo pode ser a matriz de uma gravura, a grosso modo. Mas quando esse "carimbo" é fruto da elaboração e manipulação minuciosa de um artista, temos um "original" - uma matriz - de onde surgirão as imagens que levarão um título, uma assinatura, a data e a numeração que a identificam dentro da produção desse artista: torna-se uma Obra de Arte.

 
        Cada imagem reproduzida desta forma, é única em si, independentemente de suas cópias, consequentemente, cada gravura "é única", é uma Obra original assinada. O fato de haver cópias da mesma imagem, nada tem a ver com a questão de sua originalidade. Ao contrário disso, a arte da gravura está justamente na perícia da reprodução da imagem, na fidelidade entre as cópias, este é um dos fatores que distinguem o artista "gravador".

 
    Quando falamos de gravura, temos em mente um processo inteiramente artesanal. Desde a confecção da matriz, até o resultado final da imagem impressa no papel, a mão do artista está em contato com a Obra.

 
    Depois de impressa, cada gravura recebe a avaliação particular do artista, que corrige os efeitos visuais ou os tons e cores, ou ainda, acrescenta ou elimina elementos que reforcem o caráter que quer dar à imagem.

 
    Quando a imagem chega ao "ponto", define-se a quantidade de cópias para a edição. As gravuras editadas são assinadas, numeradas e datadas pelo próprio artista. Em geral a numeração aparece no canto inferior esquerdo da gravura - 1/ 100, ou 32/ 50 por exemplo - isto indica o número do exemplar (1 ou 32), e quantas cópias foram produzidas daquela imagem (100 ou 50). O número de cópias varia muito, e depende de fatores imprevisíveis, que vão desde a possibilidade técnica que cada modalidade permite, ou também da demanda "comercial", ou do desejo do artista apenas. Grandes edições não chegam a 300 cópias, mas em geral o número é muito menor, ficando por volta de 100. Gravuras em Metal costumam ser as de menor tiragem, devido ao desgaste da matriz, que não costuma agüentar muito mais de 50 cópias.

 

Outras indicações também são usadas em gravuras: PI (prova do impressor), BPI (boa para impressão, quando chega-se ao resultado desejado para todas as cópias), PE (prova de estado, que indica uma etapa da imagem antes de sua configuração final), PCOR ( prova de cor, correspondendo à investigação de combinações de cores e tons), e também PA (prova do artista, que representa um percentual que o artista separa para seu acervo, em geral 10% da edição)

 

Além do trabalho do artista, há também a preciosa atuação do "impressor", uma figura que está atrás do pano, por assim dizer, alguém que não cria a imagem, tampouco assina a Obra, mas faz com que ela "apareça" aos olhos do artista, literalmente.

 

O impressor é quem domina os segredos do "processamento da matriz e da reprodução fiel das cópias". Há artistas impressores também, mas no geral, a gravura é fruto de um trabalho coletivo.

 

A gravura é um meio de expressão que sempre ocupou lugar de destaque na produção da maioria dos artistas, pois possui características sem equivalência em outras modalidades artísticas. Suas operações sofisticadas e a invenção dos métodos de imprimir, e das próprias prensas, fizeram do ofício do artista gravador um misto de gênio da criação, com engenheiro e alquimista. Não é difícil imaginar as dificuldades de produção de uma gravura em Metal, ou Litografia em épocas que eram iluminadas a fogo, num tempo em que a carroça e o cavalo eram os transportes mais comuns nas grandes cidades, e que nada se sabia sobre plástico ou nem se imaginava a possibilidade de comprar uma lixadeira elétrica na loja de ferragens.

 

A Arte da gravura exigia conhecimentos que iam muito além do seu próprio universo. E igualmente, sua penetração na sociedade nada tinha de comum com o que hoje observamos, daí seu alto valor como técnica e conhecimento dentro das atividades humanas num mundo pré-industrial.

 

A gravura serviu de laboratório para grandes idéias e para veicular ideais com maior facilidade, criando interação entre camadas distintas da sociedade.

 
          A interação do artista com o impressor pode comparar-se a do maestro com o músico durante uma sinfonia. Cada um é mestre em seu ofício, e não há mérito maior para um ou para outro, senão o de "juntos" obterem a Obra de Arte. No entanto, nos tempos atuais, muitas vezes o impressor é o próprio Artista, que concebeu a obra. 

 
         Existem vários tipos de gravura, ou, técnicas distintas de reproduzir uma Obra. As mais utilizadas pelos artistas são: a gravura em Metal, a Litografia, a Xilografia, o Linóleo e a Serigrafia.

 
        Darei uma breve descrição destas modalidades de gravura, apenas como uma aproximação inicial, levando em consideração que o estudo aprofundado exigiria muito mais tempo e formas específicas que fogem completamente do propósito deste blog . De alguma forma, contudo, investigaremos o fascinante universo da gravura e comprovaremos que ela é objeto de grande valor na história humana.



 GRavura e Gravadores:











 
 
 
 
 





A História da Gravura:











O que é?

CALCOGRAFIA OU GRAVURA EM METAL.




A gravura em Metal é uma das mais antigas, temos Obras nesta técnica, produzidas por vários gênios da Renascença, como Albert Dürer por exemplo, datando de 1500 d.C.
A técnica do Metal consiste na "gravação" de uma imagem sobre uma chapa de cobre. Os meios de obter a imagem sobre a chapa são muitos, e não seria exagero dizer que são quase "infinitos", pois cada artista desenvolve seu procedimento pessoal no trato com o cobre. De um modo geral, o artista faz o desenho por meio de uma ponta seca - um instrumento de metal semelhante a uma grande agulha que serve de "caneta ou lápis". A ponta seca risca a chapa, que tem a superfície polida, e esses traços formam sulcos, micro concavidades, de modo a reterem a tinta, que será transferida através de uma grande pressão, imprimindo assim, a imagem no papel.
Esta não é a única forma de trabalhar com o Metal, como dissemos antes, mas é um procedimento muito usual para os gravadores. Além de ferir a chapa de cobre com a ponta seca, obtendo o desenho, a chapa também pode receber banhos de ácido, que provocam corrosão em sua superfície, criando assim outro tipo de concavidades, e consequentemente, efeitos visuais. Desta forma o artista obtém gradações de tom e uma infinidade de texturas visuais. Consegue-se assim uma gama de tons que vai do mais claro, até o mais profundo escuro.
Os dois procedimentos, a ponta seca e os banhos de ácido, são usados em conjunto, e além destes, ainda há outros mais sofisticados, mas que exigem longas explicações, pois envolvem a descrição de operações muito complexas. A ponta seca é o instrumento mais comum, mas existem vários outros para gravar o cobre, cada qual conferindo um possibilidade diferente ao artista
GRAVURA EM METAL CALCOGRAFIA CALCOGRAVURA




Técnicas:


Talho-doce – feito com buril

•Ponta-seca

•Água-forte

•Água-tinta

•Maneira negra ou

mezzotinta

•Verniz mole



•Surge na metade do século XV(aproximadamente em 1446) – bastante ligada à atividade do ourives

•Século XVI consolida-se como forma de expressão em toda a Europa





Preparação da matriz


•Chanfradura. Feita nas bordas da placa de metal, para evitar que na ocasião da tiragem as arestas rompam o papel.

•Marca deixada no papel por essa chanfradura; testemunha, vinco.


Realização do bisel, ou chanfro


Desoxidação com vinagre e sal numa chapa de cobre






Pontas secas e Buris



Desenhando com a ponta seca
 



Água-forte



Termo usado até o século XVII para designar o ácido, chamado atualmente de nítrico, quando diluído em água. Por ser usado num dos processos da calcogravura, em que a imagem obtida na impressão é fixada sobre uma chapa metálica após a corrosão dos traços do artista, pelo ácido nítrico, passou a designar, além do processo, a matriz usada para a impressão da gravura e a própria gravura, já concluída.

O processo se dá a partir do revestimento da chapa - que pode ser de ferro, cobre, latão ou zinco - com um verniz de proteção, seguido da incisão do desenho que se deseja obter, com estilete ou outra ferramenta de ponta metálica. Dessa forma, o desenho aparece onde o verniz foi retirado, sem arranhar o metal, permitindo a ação do ácido, que forma os sulcos em que a tinta será colocada. O tempo do mergulho no ácido pode definir tonalidades diferentes e o processo pode ser repetido inúmeras vezes. O método da água-forte pode ser combinado com outros processos de gravura, em particular a ponta seca, mas difere de todos os outros por ser o único em que a gravação é feita totalmente pela ação dos ácidos.




Aplicação do verniz

Retirando o verniz – criação do desenho










Protegendo o verso com goma laca.




Chapa no ácido agitar a bacia para não acumular ácido.





Lavagem da placa. Em seguida deve-se desengordurar a placa com álcool e talco para iniciar impressão.
 



Àgua-Tinta

Gênero da calcografia no qual o processo de produção das matrizes é químico, como o da água-forte, e se dá através da utilização de alguns líquidos corrosivos. A placa utilizada pelo gravador é pulverizada ou pintada com algum tipo de resina – da mar, breu, copal, sandácara - ou por uma mistura de resina e outro componente - açúcar, sal, areia – e aquecida, de forma que a mistura se funda na placa, exercendo a mesma função protetora do verniz. Assim, quando a placa entra em contato com o ácido, os grãos de açúcar ou areia, por exemplo, produzem uma textura que é responsável pelo tom acinzentado da obra. Esse tipo de gravura oferece, como resultado, um desenho composto de áreas tonais e não linhas, como a gravação a entalhe.
Caixa de Breu
A Queima do Breu


Grão do Breu

 
.
Maneira negra

 

Maneira negra pode ser considerada como uma técnica derivada da

Ponta - seca , pois é um processo de ataque direto do gravador sobre a matriz. A técnica consiste em aplicar pequenos furos na placa formando uma rede fina e compacta feita com uma ferramenta chamada Berçoaux. Algumas áreas da placa depois são raspadas e alisadas para que surjam as áreas brancas da imagem. O resultado é uma estampa com fundo escuro e as figuras em vários tons


O Berçoaux

O Raspador


Òleo e Brunidor





Verniz mole




•verniz não secante usado para pressionar e imprimir texturas sobre a chapa de metal


Receitas




Receitas de vernizes



VERNIZ DURO:

2 partes de betume em pó;

2 partes de cera de abelha;

1 parte de breu em pó.

(Obs. medidas em gramas)


• O preparo é feito em banho-maria em um vidro do tipo para maionese. Após derreter o betume, cera de abelha e breu, deixe a mistura aproximadamente no fogo por 20 minutos. Como verniz ainda quente, coloque em trouxinhas de seda e deixe esfriar. Depois de frio, amarre a ponta da trouxinha. Está pronto para usar.




VERNIZ A PINCEL

200 gr. de aguarrás

25 gr. de cera de abelha ou cera de carnaúba

25 gr. de betume em pó.

•Coloque 200 gr. de aguarrás em um vidro vazio (maionese) e adicione as 25 gr. de betume em pó. Misture a aguarrás e o betume com uma espátula de madeira e deixe em repouso por 12 horas.

•Depois, coloque o vidro em banho-maria.

•Em outro vidro vazio, coloque as 25 gr. de cera de abelha em banho-maria até derreter a cera. Depois, pegue o vidro com a aguarrás e o betume, que já estava em banho-maria e despeje no vidro que está acera derretida. Misture e deixe no fogo por 20 minutos. Deixe esfriar e depois tampe o vidro. Esse verniz deve ser passado com um pincel macio.


GOMA-LACA

1 parte de goma laca

3 partes de álcool

•Coloque três partes de álcool em um vidro vazio (maionese) e adicione uma parte de goma-laca (em pó). Tape o vidro e agite. A goma-laca deve ser passada com um pincel macio.



VERNIZ MOLE


2 partes de verniz duro;

1 parte de graxa de automóvel.

(Obs. medidas em gramas)

•O preparo é feito também em banho-maria. Pegue um vidro vazio (maionese), coloque as duas partes de verniz duro e deixe derreter. Depois, coloque a parte de graxa de automóvel. Misture e deixe no fogo por 20minutos.

•Com o verniz ainda quente, coloque em copinhos descartáveis (para café); deixe esfriar.

•Depois, corte o copinho descartável e retire o verniz (ele fica grudento). Envolva o verniz em um tecido de algodão ou de seda, amarre e faça uma boneca.

Ácidos

•Ácido nítrico ou azótico. Ataca todos os metais com exceção do ouro e platina. Tem um cheiro forte e é necessário muito cuidado em sua manipulação. Deve ser trabalhado com proteçãode óculos, com exaustor ou ao ar livre.

•Para corrosão em água-forte e usando-se o cobre, a sua diluição é a seguinte:

•Três partes de água para uma parte de ácido.

•O neutralizante da solução de ácido nítrico é o amoníaco.



Percloreto de ferro: é um sal que se utiliza para corrosão de chapas para circuito impresso(uso em eletrônica). Não tem aquele odor forte do ácido nítrico e seu ataque é bastante rápido.

É comercializado em pacotes que trazem a informação da diluição em água


Mordente holandês: é a mistura de três produtos: clorato de potássio, ácido clórico puro e água.

•Uma das fórmulas utilizadas é a seguinte:

•20 gr. de clorato de potássio

•100 gr. de ácido clorídrico puro

•880 gr. de água
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  O Buril.Tipos e Gravações.

 

O buril é uma ferramenta utilizada por joalheiros, e serve para engastar, gravura, para levantar grãos no metal, decorar, gravar e fazer outro tipo de texturas no ouro, prata e até mesmo em cobre e latão. Existem diferentes tipos de buril, cada um com uma função específica. Quando são comprados, os buris não vem preparados, assim cada profissional terá de preparar cada buril cuidadosamente para que esteja pronto para trabalhar.
A seguir está um exemplo de uma pequena gravação feita com um buril, esta técnica de gravação com um buril numa primeira fase parece ser um pouco difícil, no entanto com a prática o manuseamento do buril torna-se mais fácil.
Buril, buris, gravação, gravura
Exemplo de trabalho feito com um buril



O buril na sua forma original

Buril, buris para gravaçãoQuando comprado o buril, vem apenas como uma simples lâmina com uma determinada secção de corte como veremos a seguir. Também o cabo é adquirido separadamente. Cada joalheiro compra os buris e cabos de acordo com a sua forma de trabalhar e tipo de trabalho, e personaliza assim cada buril de acordo com a sua vontade.
Depois de adquirido o buril (lamina) e cabo que se pretende, é necessário ainda enfiar o cabo e depois preparar a lâmina.

Buril preparado

Esmerilado na ponta e com cabo
Buril para gravação

Preparação do buril passo a passo

Buril, buris para gravação
Antes de começar a utilizar um buril é necessário prepará-lo adequadamente para que seja mais fácil a sua utilização.
Antes de mais é necessário a aplicação de um cabo, cada profissional tem as suas preferências do tipo de formato de cabo, em baixo apresentamos os diferentes formatos de cabo disponíveis nas lojas de materiais para joalharia.
Preparação do buril passo a passo
  1. Escolher o cabo e buril (lamina) que se quer e ajustar o cabo na lâmina. Para este procedimento, pode-se prender a lamina em um torno e com um martelo bater no cabo para ele se ajustar adequadamente à lâmina e ficar bem preso.
  2. na imagem 2 verificamos já o cabo ajustado
  3. Para que um buril se torne adequado ao trabalho para o qual está destinado, é necessário ser desbastado com uma pedra de esmeril ou outro abrasivo adequado para o aço. (pode ser utilizado o motor de suspensão ou dremel para fazer este procedimento).
  4. A inclinação da frente do buril deve ter 45º e pode ser ajustada com uma pedra de arkansas (uma especie de pedra de esmeril branca muito fina própria para o efeito)

Tipos de cabos para buril

Tipos de cabos de buril

Preparação do buril (lamina), esmerilar passo a passo

Pode-se esmerilar o buril com uma máquina própria, e também pode ser feito com discos de esmeril ou outro abrasivo adequado para o efeito aplicado num motor de suspensão ou num dremel. Com o disco, desgasta-se um pouco menos de metade da altura da lâmina, em mais ou menos 2/3 do comprimento (esbatendo no comprimento), como vemos nas imagens que se seguem:
Buril, buris
Existem diversos formatos de buril, cada um com uma funcionalidade específica, vemos a seguir alguns perfis de buril e efeitos de gravação. Na imagem que se segue estão os formatos de buril, meia cana, de fios, amendoado e em faca. existem muitos outros perfis de buril, como podemos ver também na imagem de perfis.
Buril, buris, gravação, gravuraBuril, buris para gravação
A – Buril Semi amendoado
B – Buril Meia cana
C – Buril
D – Buril em faca
E – Buril Quadrado
F – Buril Facetado
G – Buril Losangulo
H – Buril Losangulo
I – Buril Losangulo
J – Buril amendoado
Buril, buris para gravação

Pedra de Arkansas – pedra abrasiva para afiar a extremidade dos buris e brocas




retirado do site: http://heartjoia.com












 
 
Vídeo-Aula para Gravar à Buril
 
 



O vídeo é um bom exemplo para iniciantes na gravação à buril.Já os de baixo são para aqueles que querem se aprofundar nssa técnica.Parece tão fácil, né? Mas não é, não. O Talho doce, como é chamada a gravação à Buril, é uma técnica que exige muita habilidade , paciência e persistência para aprender. não é à toa que os nossos "dinheirinhos" são gravados à Buril, na casa da moeda, por exímios gravadores. Sem dúvida, é uma técnica que exige muito virtuosismo, mas há quem, como eu ame este tipo de gravação!
Posteriormente, vou postar aqui fotos e usos dos modelos de buris .Existem vários, cada um com um talhe específico. O buril é uma ferramenta muito usada na joalheria e nós gravadores do metal,nos "apropiamos" dela, pois seu corte é muito diferente da Ponta-seca.Uma vez que ele naõ deixa rebarba na placa, dessa forma o corte produzido é uma linha limpa e muito bonita,dá o nome "talho-doce"!
Aguardem!










 A Mezzotinta, ou Maneira Negra


 
Em um post anterior falei um pouquinho sobre uma técnica de "Calco" chamada "Maneira Negra" ou "Mezzotinta". Então, hoje vou mostrar a minha aventura pessoal nessa técnica.
O Resultado é lindo, mas o caminho é meio penoso, tenho que admitir( minha Tendinite que o diga, KKKK). Então vamos lá!

Primeiro você tem de preparar a chapa de cobre, normalmente isso significa ,polir(se você quer que a sua gravura tenha brancos puros) e fazer o chamfro(veja no post anterior).Feito isso, você pegará o "Berceaux", esta ferramenta aqui em baixo:




Agora , é "mãos à obra"! Fazendo movimentos de um lado para outro, em todos os sentidos, a chapa vai sendo gradativamente gravada.Para saber se a sua maneira negra, já está negra o suficiente, é só tirar uma prova imprimindo uma cópia. Assim você se poderá saber o quanto ainda terá de trabalhar para conseguir o preto aveludado tão desejado. Aqui um exemplo:




Esta é a minha chapa, ainda vou ter muito trabalho pela frente.Imagino que ela ainda esteja uma "Maneira Cinza"!




O processo da maneira negra, é inverso ao das outras técnicas. Uma vez que parte-se do negro para o branco, e naõ o contrário como nas demais técnicas da calco.
Atinge-se o branco,por meio de um raspador e posteriormente de um Brunidor. Com este último, as rebarbas serão rebaixadas e a chapa alisada, a tal ponto que o branco surgirá na imagem. Dai, é só ir seguindo o seu esboço prévio, de desenho. O resultado fica mais ou menos assim:




Lindo, né?!Pretos aveludados e brancos surgindo na imagem, meio em degradê.
Aqui temos um vídeo da execução desta técnica:



Mas se você naõ possui um Berceaux, é possível gravar com aquelas carretilhas usadas pelas costureiras para marcação de moldes. Ela funciona muito bem. Eu particularmente até prefiro, pois dói menos a mão!
Aqui uma fotinho, caso você naõ conheça:





È isso galera! Se gostou, comente!
Vou postando a evoluçaõ da minha "Maneira Negra" aqui para vocês acompanharem.

Bjão















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